O cais é lugar de chegada e de partida. Nele, pessoas encontram-se, despedem-se e começam novas viagens. CAIS traduz três formas de permanência: recordar, dedicar e assinar.
Há vinhos que continuam a ser bebidos muito depois de vazios: na memória, na saudade, no desejo de voltar. No rótulo, a Torre de Belém ergue-se junto ao rio; ao centro, um espaço aguarda a sua letra: a cidade, a data, o nome de quem a viveu consigo.
Um vinho feito para ser personalizado. O rótulo veste-se de azul português, a cor que atravessa séculos de azulejaria, e ao centro um espaço em branco espera a sua palavra: um nome, uma data, uma frase, ou a sua própria marca.
Vestido de dourado, envolto por uma moldura manuelina rica e trabalhada. Um código discreto abre caminho a um espaço digital construído exclusivamente para quem recebe a garrafa. O vinho é apenas o primeiro capítulo.
Do outro lado do QR está Portugal inteiro, à espera. Descubra as regiões que dão origem a cada Caravelas, do que se vê ao que se prova.
Explorar os Roteiros